As duas mulheres nasceram prematuras em um hospital do governo, em 1973. Uma das irmãs cresceu em uma família diferente depois de ter sido removida da incubadora e substituída, por engano, por outro bebê.
As irmãs se conheceram por acaso quando uma vendedora de uma loja de roupas, amiga de uma das gêmeas, atendeu a outra irmã e a confundiu por causa da similaridade entre as duas.
Ela então organizou o encontro entre as gêmeas, que realizaram um exame de DNA para comprovar o parentesco. O resultado revelou uma semelhança genética de 99,99%.
Além das gêmeas, a outra mulher - que foi substituída na incubadora e cresceu pensando ser uma das gêmeas idênticas - e a mãe das irmãs também estão processando as autoridades locais de saúde das Ilhas Canárias. A identidade das envolvidas permanece anônima.
A advogada de uma das gêmeas afirmou que o Estado violou o direito básico de família e identidade e que a cliente busca uma indenização de aproximadamente U$5 milhões (R$8,3 mi).
Nenhum comentário:
Postar um comentário